Frente a frente com a Hungria

Gordinho da Hungria

Em entrevista com o Gordinho.

Relato abaixo minha entrevista com o Gordinho da Hungria*, resolvi simular uma entrevista baseada em perguntas sempre feitas no meu dia dia por húngaros e amigos brasileiros, aproveitei e incluí também os motivos por estar aqui. Não quis fazer comparações, porque acho que situações diferentes levam a resultados diferentes –  imaginem do jeito que convir para vocês.

GH: Porque você trocou o “Brazil” pra morar na Hungria (geral)?

NC: Cara, eu não troquei o Brasil, ele ta lá, grande com seu verão, carnaval e futebol, é de onde venho, tenho orgulho de ser brasileira, e lá é meu lugar, vim pela experiência, queria algo diferente, encontrei, e estou feliz. Acabei percebendo que existem outras realidades, isso é bom para abrir meus olhos, quando eu voltar pro meu Brasil, ele vai estar lá de braços abertos, mas aí eu já terei outra percepção.

GH: Mas porque Hungria, com tantos lugares no mundo?

NC: Quando cheguei aqui não tinha a mínima ideia do que iria encontrar,  não criei expectativas, nunca tive medo do que ia encontrar, eu vim, só.  Aconteceu assim,  ainda bem que aconteceu aqui, estar em Budapeste me proporcionou muitas conquistas, pois foi onde eu pude passar um pouco de tudo, onde eu pude crescer como pessoa e é onde eu aprendi a ir atrás do que me faz bem, independente de qualquer opinião.

GH: O que você vai guardar dessa experiência?

NC: Além de crescimento pessoal e profissional, eu tenho uma lista grande, que comecei aqui, de coisas que nunca fiz antes na minha vida, e pretendo continuá-la, tudo que é experimentado pela primeira vez vem de uma maneira peculiar, eu gosto quando as situações não se repetem. Também levo comigo…uma bagagem cultural GIGANTE, que nem sei se vai passar na alfândega.

GH: O que você acha dos húngaros? E as pessoas aqui em Budapeste?

NC: Húngaros são aqueles que nascem na Hungria não? haha. Meus amigos e conhecidos aqui, na maioria, são estrangeiros, trabalho com húngaros, mas não tenho uma relação próxima com eles, não posso dizer muita coisa, acredito que as pessoas são diferentes em qualquer lugar, já conheci húngaros super simpáticos e já conheci húngaros rudes. Mas uma coisa é certa, se você tentar falar a língua deles, ou mostrar interesse pelo país, eles vão se interessar por você.

As pessoas aqui, no geral, são muito bonitas, não necessiaramente húngaras porque Budapeste abriga muitos estrangeiros, da europa principalmente, mas a beleza aqui é natural, e as pessoas são muito diferentes.

GH: Já tá falando hungaro?

NC: Nem beszélek magyarul. Mew, você tá de sacanagem, né? Antes de vir pra cá fiz algumas aulas online. Quando coloquei o pé aqui achei que nem ia sobreviver, mas é lindo de ver que as pessoas ainda conseguem se comunicar através de gestos, bem primivito mas funciona, e o inglês, a segundo língua universal depois dos gestos haha. Tentei fazer aula, tento aprender de vez em quando alguma coisa, estou morando aqui, me sinto no dever de pelo menos tentar. Fico muito orgulhosa quando consigo colocar alguma palavra em húngaro na minha frase, e as pessoas entendem e sorriem porque elas sabem o esforço que estou fazendo. Palavras básicas de convivência, como obrigada, licença, desculpa, bom dia, oi, tchau, fazem parte do meu vocabulário no dia a dia.

O húngaro não é uma língua que eu possa comparar ou possa ter de referência com alguma outra língua em que me comunico, é literalmente começar do zero, memorizar, se identificar com a fonética. O dia que fiquei mais feliz foi ter falado Harminckettesek tere sem errar.

GH: Acha fácil se localizar por aqui?

NC:Eu moro no centro, estou perto de tudo, tem um tram 24 horas que vem me pegar na porta de casa e sempre me leva pra onde eu preciso ir. Transporte público é pontual, atende a população. Não tem caos, nem tem horas de rush, não tem trânsito. Quanto ao mapa é fácil se localizar, se você não se chama Nicole. haha

GH: E em questão de segurança?

NC: Cada vez que vejo policia ou é pra fiscalização ou pra parar briga de bêbado. Se algum dia fiquei sabendo de assalto era nego que põem a mão na bolsa sem a pessoa perceber. Nunca vi assalto de mão armada. Às vezes há invasão de apartamento e roubam, mas geralmente eles entram quando não tem ninguém. Escutei uma vez que invadiram um flat e a pessoa estava dormindo, eles perceberam e foram embora, não tocaram em nada. Parece surreal dizer que se isso fosse em outro lugar, ia sair tiro, iam estuprar, iam sequestrar. Ando na rua sozinha direto, nunca ninguém mexeu comigo, uma vez ou outra vem neguinho pedir dinheiro na rua, existem muito sem tetos aqui, isso é triste de ver, mas eles não vão pedir mais de uma vez, e eles não vão te ameaçar com faca ou arma, porque eles não tem. A gente já tem tantos problemas no dia a dia, o mínimo que se pode ter é sossego ao andar na rua.

GH: O que é que tem aqui de tão especial?

NC: TUDO cara, tudo, pelo menos aqui eu acho tudo o que eu quero.

Se você quer ver atrações turísticas, caminhar, ir a um parque, comer comida não sei de onde (falta uma temakeria aqui só ou uma casa do pão de queijo), comprar qualquer coisa X pra comer de madrugada, ver o sol se pôr e relaxar perto do Danubio, ou quer fazer aula de algo que você nunca viu ou fez na vida, (várias dessas aulas estão na minha lista de coisas que nunca fiz na vida).

Tem milhões de bares e pubs, várias baladas para todos os tipos de gosto e estilo musical, e o melhor de tudo, longe de frescura. Posso viajar e dar um pulinho em algum outro país quando quiser. O verão aqui é sensacional e hospeda os maiores festivais de música.

GH: Se você pudesse levar alguma coisa de Budapeste com você?

NC: O estilo de vida das pessoas, não vejo stress acentuado, as pessoas se vestem como querem, tem o seu próprio estilo, não se preocupam com a vida alheia. Aqui você é invisivel, você cria a sua história, as pessoas que conheci pelo menos não são superficiais, elas estão em busca de algo maior, ou de nada, mas cada um se torna especial por aquilo que é, não tem frescura. De qualquer maneira é esse ambiente e energia que me fazem bem e fazem eu melhorar como pessoa e poder ser eu e lutar pelos meus objetivos, conhecer pessoas interessantes, de todo lugar do mundo, trazida por algum ou nenhum motivo, pouco importa. Outra coisa interessante e legal, as pessoas conversam na rua, você não entende, elas também não te entendem haha.

O custo de vida é relativamente baixo, e por ter sido um país comunista, não tem como se desenvolver tanto, a maioria das pessoas tem o mesmo padrão de vida. Não se vê caos, trânsito e  violência.

GH: Porque então, não morar a vida inteira?

NC: Sinto que aqui não é o meu lugar pra vida inteira, essa é uma fase que me permiti fazer algo diferente por mim, uma temporada da minha vida, não conseguiria me desenvolver sem falar a língua, aqui é bom para jovens e aqueles que não tem medo de se aventurar.

Não conseguiria sobreviver mais um inverno desse o resto da minha vida. Eu quero deslanchar minha carreira em marketing, aqui pra fazer isso teria que falar húngaro, não que seja um problema, mas tem outros lugares no mundo que tenho vontade de explorar, tenho espírito nômade, mas antes disso quero voltar pra casa.

GH: O que sempre passa pela sua cabeça com essas perguntas que sempre te faço?

NC: Me surpreendo que as pessoas se surpreendam com o fato de eu estar aqui e gostar. De um lado os húngaros que não entendem porque eu gosto tanto daqui, e como vim parar aqui, por mais que explique, do outro lado a galera no Brasil que assim como eu não tinha idéia do que era Budapeste ou Hungria antes de vir pra cá. Sim, o que estou vivendo é surreal comparando com o padrão de qualidade de vida no Brasil,  onde sinto tanta injustiça e desigualdade social, mas podia não ser assim. Nenhum lugar é perfeito, eu posso sentir isso aqui  também, mas sinto de outra maneira, é “ameno”, cada um vive sua vida, ninguém está preocupado em brilhar e ser o que tem e não o que é. Ainda sim sinto que, cada vez que tiver que voltar pro meu  lugar,  é pra lá, Brasil, que eu vou voltar, mas quando isso acontecer, isso vai se dar de maneira diferente porque agora estou ciente de que existem outras realidades e não tenho medo de mudanças, se posso ir atrás de algo melhor, é lá que eu vou estar.

Gordinho da Hungria* é a estátua mais famosa e mais simpática entre os turistas, pra você que não conheceu o Gordinho, ele fica próximo a basílica e gosta de uma prosa.

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23 Respostas para “Frente a frente com a Hungria

  1. Olá Nicole!
    Gostei muito desse seu texto.
    Não é fácil aprender essa língua não é? Identifiquei-me muito com você, pois sentia tudo bem parecido no começo.
    Estou na Hungria há quase 12 anos, meu marido é húngaro e todos os nossos amigos, pois moro no interior. Isso, apesar de ter dificultado no começo, facilitou para que eu aprendesse a língua. Hoje falo muito bem o húngaro. Mas é o que vc falou, marketing em húngaro é loucura, como? Sou formada em Publicidade e Propaganda e não consegui usar meu diploma… No entanto, encontrei meu lugar. Hoje escrevo para blogs, faço trabalhos voluntários para a Embaixada, fiz um livro… Adoro minha vida na Hungria! Brasil é Brasil, sempre será minha raíz, mas não me vejo lá mais faz uns 5 anos… Tentei voltar, mas sabe aquele ditado: “É impossível voltar pra casa”. É verdade, eu mudei, minha vida mudou e o mundo estendeu suas fronteiras. Sou brasileira, mas também faço parte de algo maior, do planeta Terra e vou pra onde encontrar mais tranquilidade. E como amor nunca é demais, cabe muito país ainda dentro do meu coração ao lado do Brasil. 😉
    Ai, não sei escrever pouco. Vc mexeu comigo nesse tema… ahahaha
    Boa sorte e um beijão!

    • Olá Carol,

      Adorei seu comentário, e obrigada por ler o post.
      Sim, acredito que não é impossível, mas um motivo maior pra aprender húngaro, a convivência e paciência são importantes.
      Acredito que se andasse com húngaros na maior parte do tempo, teria melhorado muito já, o fato de estudar sozinha é um tanto desanimador, mas possível.
      Sinta-se a convidada a escrever no blog quando quiser, procuramos bom conteúdo pra diversos temas 🙂
      Essas perguntas sempre mexem comigo, e resolvi desabafar, as vezes canso um pouco respondê-las, porque sempre são as mesmas perguntas, mas no fim é legal estudar a reação das pessoas a essas respostas. principalmente aqui, as pessoas acham que em qualquer outro país tudo é melhor, mas eu gosto de procurar vantagens onde estiver. Quanto a marketing, eu trabalho com isso agora, mas é um trainee internacional, se não conseguisse assim, acredito que não estaria na área.
      Obrigada pelo comentário, sorte pra você aí também. Se algum dia vier a Budapeste, me avise.

      • Obrigada pelo convite Nicole!
        Tanto tempo morando na Hungria e eu ainda respondo a essas questões… ahahaha
        Imagino como é difícil aprender o húngaro num ambiente onde a maioria dos que vc tem contato falam outra língua, mesmo no ambiente deles eu demorei uns 2 anos para falar direitinho… O segredo é paciência. 😉 Ixi, chorei muito até aprender, xinguei muito a língua húngara… ahahahaha
        Obrigada pelo convite, sinto-me muito honrada!
        Fique a vontade para me dar temas, pois adoro escrever, mas tenho que pensar em tantos textos (meu blog, meu livro e mais outros blogs que escrevo eventualmente) que minha maior dificuldade é pensar num tema. 🙂 Mas adoraria fazer um texto para vocês sim!
        Um beijão!!!

      • Não tem pressão, pressa, nem tema haha. Seria legal ouvir sua voz sobre a Hungria, sobre sua cidade de repente, Pécs é uma cidade muito bonita (fui pra lá e adorei).Mas não consegui escrever sobre ela ainda, acho que todo mundo deveria visitar, haha. Mas há tanto outros temas, acho que é valido tem várias opiniões diferentes, mesmo que seja do mesmo assunto.

        Sobre seus posts, fique a vontade para divulgá-lo no grupo do facebook também.
        Compartilhar bom conteudo nunca é demais. 🙂

    • Carol,

      Gostaria de conversar mais com vc! Seu livro é sobre a Hungria? Meu marido esta recebendo uma proposta de trabalho e pensamos em nos mudar… de vez! Me escreve?

  2. Ooi! Talvez eu vá morar em Budapest em setembro, pois vou estudar na ELTE (Eotvos Lorand University). Queria saber sobre o custo de vida, tipo… 100 mil HUF é o suficiente pro mês?

    Obrigado! Parabéns pelo post!

  3. Nicole que bacana o texto! estou arrumando minhas malas para ir para Budapeste! vou morar um tempo por ai! seu texto me deixou ainda mais animado e ansioso! Não vejo a hora de me ver imerso em uma cidade tão bonita como Budapeste e que tem uma realidade tão diferente da do Brasil! Acho que minha maior dificuldade será o frio ahahahha Bj!

    • Oi Hugo, que bom que gostou, esse estilo de vida realmente me inspira a escrever sobre. Budapeste é sim muito bonita e diferente de tudo o que já viu, tenho certeza. O frio, bom, não tenho o que comentar, é só para os fortes haha.

  4. Olá Nicole!

    Parabéns pelo texto.
    Proválvelmente vou à Budapeste pela primeira vez a negócios. A viagem será bem rápida. Você poderia me ajudar? Se for possível entre em contato comigo.
    Obrigado!!
    Renilson

  5. Olá Nicole,
    estou com uma dúvida enorme sobre ir morar na Hungria ou não. Entretanto, seu texto foi esclarecedor para mim em diversos aspectos. Umas das duvidas sobre morar na Hungria é o inverno, qualidade da Educação Superior, e a vida noturna da cidade. Se você puder, como você avalia esses quesitos aí em Budapeste e como é a receptividade deles para estudantes estrangeiros?

    • Olá Levi,
      Obrigada por ler o blog. O inverno pra mim foi bem punk, muitos meses de intenso frio, mas acredito que você acabe acostumando. Quanto a qualidade de educação, eu não sei pois nunca estudei por aqui, o que eu escuto falar é que tem muitas universidades boas por aqui, a vida noturna acontece de segunda a segunda, a cidade realmente não para e tem muita coisa pra fazer. Receptividade no geral, vai depender da sua adaptação, e nível de sociabilidade, depende muito da pessoa, mas quanto a estudantes acredito que não tenha problema, pois as universidades recebem diversos estudantes de erasmus que não falam hungaro e sim ingles, eles estão acostumados, e nunca ouvi falar de nenhum problema.

  6. Obrigado pela atenção!
    Você conhece algum brasileira que poderia ser meu interprete?
    Poderia indicar um bom hotel?
    Aguardo retorno,

    Renilson

  7. Nicole, que bom ver sua publicação!!
    Me inscrevi em um intercâmbio para ir pra Hungria, provavelmente ficar em Budapeste! Mas estava com o coração na mão querendo saber se tinha feito a escolha certa! Se tudo ocorrer bem, irei em janeiro!!
    Tenho mil perguntas pra você, caso possa responder eu agradeço muito!!
    Minha maior preocupação é a comunicação, tudo bem saber apenas inglês para sobreviver??
    Vou para estudar, mas aqui vivo de dança e queria saber se na cultura de Budapeste tem algum tipo de dança!!
    É fácil/acessível fazer viagens?? Queria conhecer vários países!
    Eu sobrevivo com € 870,00 mensais? Como é o custo de vida?
    Comida, transporte, roupa… são preços acessíveis?
    A comida é boa? hahah Também me preocupo!
    Ah… E pra cuidar de cabelo, unha, depilação, sobrancelha… é legal?
    Desculpa o interrogatório, mas to super ansiosa!
    Qualquer coisa me adc no msn pra trocar uma ideia, ou então, no face!

    • Oi Gabriela,

      Que bom ter te ajudado, também estava assim, antes de vir pra cá e nao tinha informação suficiente.
      Inglês sobrevive, são díficeis os estrangeiros que tão aqui falarem húngaro, as vezes passa um perrengue mas nada demais.
      Budapeste é muito cultural, sei de vários lugares que você pode fazer dança.
      Sim, viagens sim, é só saber controlar suas economias.
      e 870,00 é bastante aqui.
      Tudo tem um preço mais ou menos igual ao do Brazil, um pouco mais em conta na verdade.
      Pra cuidar de estética é só ir atrás de recomendação de gente que já foi.
      Em sobre nós, você acha minha forma de contato, mande todas as suas dúvidas, e eu te respondo.

      bjo

      • Obrigada por responder Nicole!!
        Que bom saber dessas informações, me tira muitas preocupações!
        Agora eu acho que fiz a opção certa.
        Você já voltou para o Brasil?
        Ah.. Sobre a estadia, como funciona? Tem “republica”, pensionato, apartamento, alojamento de faculdade pra morar? Você ficou onde? O aluguel é na faixa de quanto?
        (Maaais perguntas né 😛 )
        beijo

  8. Nicole, em primeiro lugar, quero lhe parabenizar pelas suas postagens! Sempre bom encontrar nao somente dados habituais sobre um determinado lugar, mas pontos de vista, experiencias vivenciadas com uma cultura diferente. De fato, bem interessante, relevante. Sou jornalista, atuando na area de esportes ( sou responsavel por um site do meio ) e tendo residido na Europa ( Dublin, Irlanda – ate 2013 ). Tenho o objetivo de passar uns dois ou tres anos na Hungria ( em principio %ec’s ), com o intuito de fazer uma pos ou mestrado na minha area.Iria com minha esposa ( nao temos filhos ) e ela faria tambem um mestrado em sua area. Como nao tem como fugir, mas sem fazer uma serie de perguntas ( ja pesquisei muito e obtive algumas respostas ) e portano, nao abusar de sua boa vontade, gostaria de saber algo fundamental…apenas uma pergunta…rs : Qual o valor medio para um apartamento com sala, dois quartos… acredito que em Pec’s ( caso decida ir mesmo para essa cidade ), seja mais barato, mas apenas para ter uma base, ter ideia sobre os valores em Budapeste, ja seria de bastante utilidade…fiquei inclusive perplexo, ao saber ( uma resposta que vc deu a uma internauta ) que com com 870 reais ( isso em junho de 2013 ), era um bom valor na capital da Hungria e que consequentemente cobria as despesas essenciais ( ape, etc )…procede? Se puder me atender, desde ja, grato! Abrs e um otimo dia

    • Oi Antonio,

      Desculpe a demora.
      Pécs é mais barato que Budapest.
      Aqui para alugar um flat no centro da cidade custa em torno de 1700 com todas as contas, real state aumentou bastante durante os anos mas pode achar mais caro ou mais barato, mais afastado do centro pode ser uma área mais familiar e menos cara, por exemplo.
      Pode procurar em websites como alberlet.hu para ter uma ideia.

      Espero ter esclarecido sua dúvida.
      Abraços,
      Nicole

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